No período da ditadura militar, Erasmo Dias, à época Secretário de Segurança Pública de SP, foi o militar responsável pela invasão da PUC, 30 anos atrás, onde 1.100 estudantes foram presos no quartel Tobias de Aguiar (ROTA) e impedidos de refundar a União Nacional dos Estudantes.
E para comemorar o aniversário, a Polícia Militar e o jornal A Tribuna nos trouxeram, cada um, um presente diferente:
No último dia 10, a Tropa de Choque invadiu novamente a PUC para expulsar os estudantes que protestavam contra o Redesenho;
No último dia 18, o jornal A Tribuna publicou uma entrevista repugnante com Erasmo Dias.
Fica difícil escolher quem é o pior: a PM, o Erasmo ou a Tribuna.
Notem que a PM invadiu a PUC-SP – assim como invadiu a Fundação Santo André, a Unesp Araraquara e a USP São Francisco – agiu sob o comando do governador José Serra. O José Serra foi presidente da UNE em 1964, justamente no período da ditadura militar. A invasão das universidades por tropas tem muito a revelar sobre a natureza dos governantes brasileiros. Salvo raras – raríssimas!- e honrosas exceções, são grupos que, para se manter no poder, fazem todo tipo de acordo e aceitam quaisquer compromissos, vendem a alma a Belzebu e a quem mais der trinta moedas. Rifam os próprios princípios, se algum dia os tiveram, imolam a consciência no altar da ambição.
Notem a sordidez deste jornal e a burrice robotizada da repórter Andrea Rifer, que entrevista este monstrengo como se entrevistasse a um vendedor de peixes aposentado.
Aí vai:
Entrevista com o coronel Erasmo Dias publicada no Jornal A Tribuna, dia 18 de novembro de 2007.
“MINHA ARMA É MINHA ALMA”
Andrea Rifer
Mais de 40 anos depois da Revolução, já como militar reformado e com 83 anos de idade, o coronel Erasmo Dias, que também foi secretário de Segurança Pública, professor, deputado federal, deputado estadual e vereador, mantém a certeza de que a ditadura instalada no país entre 1964 e 1985 foi a melhor maneira de evitar um mal maior, o que ele chama de ‘‘ditadura socialista’’. No entanto, admite que mesmo tendo cumprido o seu dever, em alguns momentos se sentiu ‘‘desconfortável’’. Com os cabelos completamente brancos, hoje ele vive mais para a família (esposa, quatro filhas, oito netos, e um bisneto — o segundo está à caminho), e para alguns prazeres relacionados com Santos. Além de ser torcedor assumido do Peixe, é apaixonado por tamboréu, e escolheu a Cidade para morrer. À vontade, perto dos amigos santistas, ele conversou com A Tribuna, ontem, sobre passado e presente, e mostrou que contiunua polêmico. A seguir os principais trechos da entrevista.
Apesar de o senhor ter construído uma história fora daqui, nunca perdeu o vínculo com a Cidade. O que Santos tem que prende tanto o senhor?
O meu túmulo está no Paquetá.
Mas não é só isso?
Meu pai, minha mãe, minha irmã, dois filhos estão no Paquetá. De modo que meu destino final é Santos. Eu não nasci em Santos, mas vou morrer em Santos e quero ser enterrado em Santos. Para viver eu acho que não existe cidade melhor do que Santos.
E com essa paixão toda pela Cidade, chegou a passar pela sua cabeça a idéia de ser prefeito de Santos?
Eu não fui prefeito por duas vezes porque eu não quis. O Paulo Maluf, quando foi eleito governador, e eu fui eleito deputado, ele me chamou na casa dele e falou: ‘Erasmo, se eu tivesse que nomear um secretário de Segurança, amigo, competente, nomeava você’. Mas ele estava meio de ‘pirimba’ com o governo militar, e resolveu nomear um civil. Mas ele falou: ‘se você quiser ser prefeito de Santos, eu nomeio você’. Eu digo: ‘não, eu vou ser deputado’.
Mas porque o senhor não quis ser prefeito?
Eu não sou político. Eu sou militar por vocação, professor por devoção. Eu fui tudo na vida, no campo público, porque me obrigaram a ser. Eu não decidi nada. Eu fui obrigado a ser comandante do Forte dos Andradas em 62. Obrigado a comandar o Itaipu em 68. Fui obrigado a ser secretário de Segurança, fui obrigado a ser deputado federal, porque o partido precisava de mim, o partido tinha em mim um soldado leal e sincero, que eu sempre fui, e até hoje sou.
O senhor ainda está ligado ao PP. Pretende disputar mais alguma eleição?
Não. Não pretendo. Faço parte do partido, não saio do partido, mas sou apenas um eleitor no partido, e mais nada.
Como é que o senhor define a democracia hoje? Esse modelo é o ideal, na sua opinião?
É bom perguntar para o Chávez (Hugo) e para o Lula. Eu acho que o Chávez e o Lula estão inventando umas democracias novas. (Rindo)
Então o senhor como um militar, com perfil conservador, assimilou um torneiro-mecânico, de esquerda, como presidente do País, duas vezes?
Não é assimilou. Eu diria assim: em termos políticos, eu não concordo com absolutamente nada da política que tenha surgido no Brasil, particularmente nesses últimos anos, depois de 85. Eu acho que a política que houve de 64 a 85 foi uma espécie de imposição natural dos tempos. Aquele regime institucional, que chamam de ditadura, para mim foi um regime institucional, transitório, para evitar um mal maior de uma ditadura socialista. Isso ninguém me tira da cabeça. Mas depois que essa esquerda assumiu o governo, com o Henrique (Fernando) e com o Lula, eles sinceramente não me dão a confiança devida, pelos propósitos de dirigir esse País. Eles têm dentro deles um ranço, uma espécie de compromisso com a esquerda retrógrada e de outras épocas, que eu tenho certeza absoluta que não é o que eles são. Agora eles são uns mascarados danados.
O senhor está falando tanto do Lula, quanto do Fernando Henrique Cardoso?
Exatamente. Para mim eles são caranguejos do mesmo saco. Se um é intelectual, o outro é analfabeto. Mas em matéria de perspicácia, eu acho que o Lula até ganha, porque ele é auto-ditada. Ele tem uma capacidade danada de engolir cassetes e repetir feito papagaio, certas coisas, que ele não sabe nem o que está falando. Ele é esperto. Então ele é esquerda, segundo certas circustâncias, direita, de outras. Ele foi esperto suficiente para ver que o mundo não aceita mais aquela esquerda, direita.
O senhor, aqui na Região, foi um dos símbolos da Revolução de 64. Quase 45 anos depois, com mais experiência, acha que errou, acertou? Se arrependeu de algo?
Eu cumpri o dever. Eu era um soldado de uma instituição. Então tinha uma ameaça de um risco muito maior, e eu como soldado dessa instituição fui sempre cumpridor do meu dever. Fiz isso dentro de moral, dentro de ética.
Mas o senhor acha que pelo que viveu durante a Revolução de 64 e o período de ditadura ficou marginalizado?
Eu me sinto marginalizado. Eu me dediquei, cumpri o dever e a obrigação. Agora, você tem alguns direitos. E eu nunca reivindiquei esses direitos que eu podia ter tido e que podiam ter me outorgado. Tanto que é que você vê todos esses políticos do passado, todos eles se arrumaram na vida, e eu não me arrumei. Política tem duas endemias: fisiologismo e o populismo. Populista é o político que promete e não faz. Fisiologista é aquele que faz, mas é dando que se recebe. Eu nunca pude pertencer nem ao populista, nem ao fisiologista. Primeiro porque o meu caráter, minha formação militar não combinam com nenhum desses dois tipos. Aqui em Santos eu fui obrigado a ocupar refinaria, abrir inquérito na Alfândega, depois, eu tive que abrigar aquele Dirceu (José), aquele pessoal da UNE, tive que andar no Vale do Ribeira atrás daquele traidor, assassino, o Lamarca (Carlos). Então mesmo quando eu exerci minha função no Exército, eu sempre tive que estar fazendo outras coisas em defesa do Regime. Eu como secretário também era um defensor intransigente do Regime. E o Regime é a ordem. Então quando havia qualquer desafio ao Regime, eu não podia concordar. E isso me deu dor de cabeça até hoje…
Mas tem alguma obrigação, das que o senhor cumpriu, que tenha discordado?
Nesse sistema institucional tem o carretel e tem a ponta do fio. O carretel eram os nossos líderes. Eu nunca fui, ou participei das lideranças máximas da República. Eu sempre fui um fiel cumpridor na ponta do fio.
Eu acho que o Regime durou os 21 anos porque teve que durar. Agora, houve períodos em que eu cumpri o dever mais satisfeito, e houve outros que eu cumpri assim mais desconfortável. Eu fui sempre um soldado leal e sincero. Agora não tive deles, e daí vem um pouco da minha mágoa, o retorno que eu podia ter tido.
O fato de nunca ter chegado ao generalato é uma das mágoas que o senhor tem com o Exército?
Não. Não ser general, eu mesmo escolhi e decidi, quando cheguei a coronel, que não estava nos meus objetivos. Tanto é verdade, que desde cedo eu fiz curso de Economia, curso de Filosofia. Então eu tinha o objetivo maior de ser professor. Eu digo que o generalato não vai me satisfazer, porque eu cheguei lá com um pouco de amargura, porque eu não desempenhei a função militar como eu gostaria. Vou dar um exemplo: eu não fiz Escola Superior de Guerra. Todos coronéis, generais fizeram. Eu nunca fui convidado.
Olhando para trás, o senhor acha que a Revolução fracassou?
Os 21 anos foram 21 anos positivos. O regime institucional, digamos, sacrificou a democracia na sua expressão plena. Mas o benefício daquilo que ele conseguiu que não fosse feito, que era o socialismo-marxista, isso é essencialmente positivo.
Em 1970, apesar da subordinação hierárquica ao general Paulo Carneiro Thomaz Alves, na prática, o senhor foi comandante do combate à guerrilha no Vale do Ribeira, na caça a Carlos Lamarca. Por que a operação fracassou? Afinal, Lamarca fugiu num caminhão do Exército até São Paulo.
Houve aí uma falha operacional de uma viatura nossa que indevidamente saiu da ala de operações, e foi assaltada pelos sete. Eles passaram por algumas sentinelas nossas, e falharam ao não reconhecer que não era gente nossa.
A sua história teria sido diferente se o senhor tivesse colocado as mãos no Lamarca?
Não. Porque ele já não tinha força nenhuma, já não tinha mais liderança. A esquerda já estava muito diversificada.
O senhor viveu também o submundo da Revolução: as unidades do antigo Doi-Codi, o Dops e Operação Oban. Como o senhor avalia hoje as mortes de Wladimir Herzog e Manuel Fiel Filho?
Essas mortes foram uma das falhas. Eles estavam custodiados e quando a gente custodia alguém, é responsável pela vida dele. Ali houve assim uma espécie de excesso de zelo. Nessa época do Herzog, do Fiel Filho, praticamente nós não tínhamos um inimigo mais. O que ainda existia era um grupo sem expressão nenhuma, mais de intelectualidade para manter viva a chama esquerdista do socialismo. O Herzog era um comunista. O Fiel Filho era um comunista. Antes disso foi um tenente do Exército que morreu lá também. Então eu costumo dizer que querer mostrar serviço é negativo. O modo como o Doi-Codi, no começo, enfrentou, eu apoiei. Na luta armada ele agiu como devia: violência, respondeu com violência. Nós só vencemos quando usamos o método deles. Depois de 74 em diante, praticamente já estava eliminado esse perigo da revolta armada. Mas esse episódio, realmente, foi um excesso de zelo. Descobrir chifre em cabeça de cavalo. Agora se você perguntar para mim se eles se suicidaram ou se suicidaram eles, eu sinceramente não sei responder. O inquérito provou que eles se suicidaram.
Como secretário de Segurança Pública, o senhor invadiu a PUC, em 1977. Aquele episódio tem alguma relação com a sua filha? O senhor se arrependeu?
A primeira providência que o Regime Institucional tomou foi declarar a UNE ilegal, porque a UNE sempre foi um foco de comunistas. Até hoje é dominada pelos comunistas. No Congresso de Ibiúna, o governo abortou. Sabe quem ficou com os 22 presos? Eu, que comandava o Forte Itaipu. Então eu transformei um pedaço do Forte Itaipu em presídio e eles ficaram lá comigo. Dirceu (José), Travassos (Luís), Franklin Martins. Já em 68, eu comandante de uma unidade, ao invés de estar dando instruções aos meus soldados, estava cuidando de baderneiro da UNE. Aí resolveram fazer lá na PUC (já em 1977). Lá pelas tantas começou uma confusão que eu não sei como começou. Alguém jogou uma bomba de gás lacrimogêneo. Parece que um soldado discutiu com um estudante e foi desacatado. E aí estourou a boiada. Só tinha mulher. Só as mulheres que se feriram, oito meninas. Fizeram de propósito, botaram a mulherada e mulher não sabe correr. Ali teve consequências que eu não gostei. Esse episódio foi meio triste, eu não gostei. Durante um certo tempo eu financiei o tratamento delas. Depois elas não quiseram mais. Em 87, quando fez 10 anos, eu era deputado estadual. Entrou no meu gabinete um bando de caras com um cacho de bananas e uma coroa de flores: ‘feliz morte Erasmo’. Puxei a minha pistola, peguei um cartucho e falei: ‘toma uma balinha. Tem mais cinco aqui. Vocês têm tres minutos para sair por essa porta, senão eu furo a bunda de cada um de vocês’. Mas isso que você falou, minha filha fez exame (em 1977) no Mackenzie e na PUC. Passou nas duas, preferiu fazer a PUC. Quando foi pagar a mensalidade, alguém falou: ‘olha a filha do homem aqui’. Aí judiaram da menina, fizeram ajoelhar, pegar capim, fazer coroa de flores. Aí alguém me telefonou e eu liguei para a reitora. ‘Reitora, eu acho que vou ter que invadir novamente’. Aí minha filha resolveu fazer Mackenzie.
O senhor ainda anda armado hoje em qualquer lugar?
Em qualquer lugar. Tá na minha pasta aí, tá comigo. É uma (pistola) millenium 380. Eu tenho porte federal de arma e minha arma é minha alma. Eu sem ela não tenho alma. Eu acho que eu tenho obrigação de andar armado. Primeiro na defesa da minha vida, e segundo, para defender terceiros. Eu sei usar isso (mostrando a arma) e desafio quem sabe usar melhor do que eu. Eu tenho duas almas: uma espiritual e uma material. Minha alma material é minha arma.
O que falta hoje para melhorar a segurança pública?
Quando falam em segurança pública, falam que é poder de polícia, Capitão Nascimento. Não é nada disso.
O senhor viu o filme (Tropa de Elite)?
Vi e não gostei. Você não pode analisar a Segurança Pública sem ter sempre em vista o objetivo maior. A Constitução fala assim: ‘segurança pública dever do Estado, obrigação de todos’. Quando você fala em crime, você fala em punição. Quando você fala em preservar, se fala em prevenir sempre, reprimir quando necessário. Há um sistema policial, carcerário, judiciário, penitenciário. Segurança Pública só termina quando quem cometeu um crime está preso, punido e cumprindo pena. Quando você vê uma fita dessa Tropa de Elite, você não vê ninguém ser preso, para responder processo, para ser punido. Então vende uma imagem falsa e acaba estimulando a violência, porque mostra a violência de um lado, de outro e nenhum dos dois é punido. Então aquilo lá está tudo errado. E quem é Capitão Nascimento para decidir alguma coisa nesse País? O sistema é impessoal. É um policial militar, é um policial civil, é um carcereiro, é um delegado, um médico legista, um perito, um promotor, um juíz, é o sistema penitenciário. Quando algum dos elementos perde isso de vista, quem ganha é o bandido.


mais do que na hora de articularmos alguma coisa para gritarmos juntos contra esse tipo de coisa. algum tipo de encontro regional para pautar as questões da comunicação, da cultura e da educação. e que disso nasça alguma outra coisa, algum conselho popular, alguma rede, fórum ou articulação regional, que sirva de base para um laboratório público de comunicação, facilite a acessibilidade dos fazedores e pensadores das expressões artísticas e que trabalhe o resignificado do educar.. acredito que o ces pode encabeçar isto. estou à disposição para trabalhar nisso desde já.. abreijos, yoda..
[...] O caro amigo Ruy Marques, presidente do Centro dos Estudantes de Santos, lembra que no período da ditadura militar, Erasmo Dias, à época secretário de Segurança Pública de SP, foi o militar responsável pela invasão da PUC, 30 anos atrás, onde 1.100 estudantes foram presos no quartel Tobias de Aguiar (ROTA) e impedidos de refundar a União Nacional dos Estudantes. “Notem que a PM invadiu a PUC-SP – assim como invadiu a Fundação Santo André, a Unesp Araraquara e a USP São Francisco – agiu sob o comando do governador José Serra. O José Serra foi presidente daUNE em 1964, justamente no período da ditadura militar. A invasão das universidades por tropas tem muito a revelar sobre a natureza dos governantes brasileiros”, pontua Ruy. [...]
Esse coroa ae é do tempo dos militares,e vem falar asneira do Capitão Nascimento,ele é o nosso Rambo,é nosso Chuck Norris,e Charles Bronson,bandido tem que morrer e ele sabe muito bem,comandou a Rota,um grupo de policiais extremamente violentos,e ele é do tempo em que se torturava barbaramente,por motivos futeis(comunismo ou idéias idiotas subversivas).O BOPE,mete o saco na cabeça do Traficante porque esse fez por merecer,desce a porrada no policial corrupto,cheio de conchavos,não são motivos futeis,e agora esse peidão vêm falar mal da policia,é faca na caveira,o BOPE,é a única força tática capaz de combater o que o exército brasileiro(corrupto até a medula)não consegue combater nem se lutasse em uma guerra direta.O Exército vive de passado porque bateu em alguns panacas que mal sabiam assaltar um banco,agora enfrente uma pá de negos armados com fuzis fal,e ak47,o BOPE têm a experiencia de real combate que vocês não têm,eles estão numa guerra de verdade,vocês nunca tiveram.
Tudo que o Coronel declarou ai é verdade,ele foi um dos
melhores secretários da segurança que tivemos em São Pulo,
parabéns Antonio Erasmo Dias, e muito obrigado por sua dedicação por todos esse anos.!!!
Quanta bobagem! A entrevista do coronel Erasmo está ótima. O que é que vcs esperavam dele? Um discurso liberal? Uma profissão de fé na democracia?
Outra coisa: deselegância esse negócio de “burrice da repórter”, hein????
Erasmo Dias não trago boas notícias para você, pois vais arder no fogo do inferno.
Vamos ver se você irás bancar o COVARDE colocando a culpa no “REGIME” ou então que “estava cumprindo seu dever”.
Você é um dos cânceres deste país que em breve será etirpado da face da terra e aí você passará pelo verdadeiro “CRIVO” da justiça divina onde suas patentes não valerão para nada.
Imagine-se desarmado, sem seus capangas (soldados), diante daqueles que morreram pelas suas mãos, simplesmente porque não compartilhavam das suas idéias políticas. (Seu imbecil e pretencioso lembre-se quem te paga o salário é o povo, esse povo que você teima em morder a mão).
Pense nisso, pois com 85 anos tá chegando sua hora, meu velho e do mesmo jeito que vc cumpre seu dever eles cumprirão os deles.
Nelson Rodrigues
A entrevista foi ótima e vocês, vermes imundos, são o lixo da nação!
.
COMUNISTAS MALDITOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Enfiem uma bala de canhão no rabo, seus bostas! =x
QUE TAL UM EXCESSO DE ZELO NO COURO VELHO DESTE B.ASTARDO DO REGIME MILITAR?
Mais importante de saber se erramos ou acertamos, é entender se o erro é concebido com dolo, que se torna um agravante para qualquer ação humana. Quando o erro é destituìdo de dolo, cabe o dever generoso da reorientação buscando a reintegração social. Mas o que é certo e errado não é um homem que determina, mas sim a conjuntura de um momento histórico, norteado por diretrizes sócio-econômico-cultural que procuram defender valores fundamentais de uma sociedade: a vida, a família, o trabalho, o amor, a honra, a honestidade, o caráter, a dignidade, etc… Há quem ache que o direito a vida e propriedade tem que ser conseguido com a vida e propriedade do seu semelhante, e aí se estabelece o caos, a desordem social. Faz-se mister surgir um sentimento de indignação frente a verdadeira opressão, contra aqueles que julgam e condenam a morte todos princípios e valores inerentes às pessoas do bem. Essas pessoas precisam de um herói, que muitas vezes acaba abdicando da própria família, do própria paz, até mesmo da própria vida, colcando o próprio corpo contra o projétil certeiro disparado no coração da sociedade. Obrigado ao ilustre herói, que não ditou o certo ou errado. simplesmente defendeu a sociedade que em todos os seus momentos históricos, definiu o que era certo, havendo a necessidade de alguém defene-la, no sublime comprimento do dever. De quem estamos falando: ” Ateeenção”. ” Apresentar..armas “: um anjo me guiou para falar de Antônio Erasmo Dias” (LHBF)
errata: cumprimento no lugar de comprimento (penúltima linha)
“Ainda em tempo o que a sociedade definiu como certo ou errado é também conhecido com “CONSTITUIÇÃO” “
Luiz Henrique – 22/09/09
muito interessante sua colocação.
gostaria de conversar com vc sobre o assunto.
” Mas o que é certo e errado não é um homem que determina, mas sim a conjuntura de um momento histórico, norteado por diretrizes sócio-econômico-cultural que procuram defender valores fundamentais de uma sociedade: a vida, a família, o trabalho, o amor, a honra, a honestidade, o caráter, a dignidade, etc… Há quem ache que o direito a vida e propriedade tem que ser conseguido com a vida e propriedade do seu semelhante, e aí se estabelece o caos, a desordem social “.
http://www.azferramentas.com.br
Hoje esse nazista se foi…Que vá para o inferno e que o diabo lhe carregue!!!!
Ri no quando vi na TV seu velório as moscas na Assembléia Legislativa de São Paulo
VAI Com Deus comandante, logo irei tambem, e espero encontra-lo muito em breve…daquele que ao seu lado
participou dos anos de chumbo, dos anos de glória,onde
fizemos uma grande limpeza neste pais…
capião liz…
É mesmo uma pena que o Sr. Presidente da República tenha optado por rever o projeto de Criação da Comissão Nacional da Verdade.
Veja a opinião da OAB-RJ a este respeito:
“O presidente da OAB do Rio de Janeiro (OAB-RJ), Wadih Damous, considerou hoje (30), um “retrocesso” o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter cedido às pressões do ministro da Defesa, Nelson Jobim e dos comandantes militares e dar um passo atrás na política de direitos humanos desenvolvida pelo ministro Paulo de Tarso Vanucchi, da Secretaria de Direitos Humanos. Os crimes praticados por regimes ditatoriais estão sendo investigados e punidos em todos os países que reconquistaram a democracia”.
Já que não existe vontade política para que se cumpra os mandamentos da justiça, via Poder Executivo; então que se consulte o povo via plebiscito e, enfim, se faça justiça.
No Chile, o General Augusto Pinochet experimentou algumas situações desagradáveis até o dia da sua morte pelo grande mal que causou àquela nação. Na Argentina, a pouco e pouco, os culpados estão recebendo as devidas punições.
Por outro lado, aqui, os responsáveis pelo holocausto brasileiros estão, ai, tripudiando impunimente do sofrimento das famílias orfãs dos seus entes queridos. Muitos culpados estão morrendo de velhos, em débito com a justiça e a maioria, livre leve e solta, passando ao largo…
Por entender oportuníssimo, tomo a liberdade de reeditar a mensagem do Sr. Nelson Rodrigues, vaticinada em 31.05.2009, conforme abaixo, por entender, que, se nada for feito, pelo menos esses criminosos não haverão de escapar da justiça divina:
…………………………………………………………………………………
em 31, Maio, 2009 às 2:38 am Nelson Rodrigues
Erasmo Dias não trago boas notícias para você, pois vais arder no fogo do inferno.
Vamos ver se você irás bancar o COVARDE colocando a culpa no “REGIME” ou então que “estava cumprindo seu dever”.
Você é um dos cânceres deste país que em breve será etirpado da face da terra e aí você passará pelo verdadeiro “CRIVO” da justiça divina onde suas patentes não valerão para nada.
Imagine-se desarmado, sem seus capangas (soldados), diante daqueles que morreram pelas suas mãos, simplesmente porque não compartilhavam das suas idéias políticas. (Seu imbecil e pretencioso lembre-se quem te paga o salário é o povo, esse povo que você teima em morder a mão).
Pense nisso, pois com 85 anos tá chegando sua hora, meu velho e do mesmo jeito que vc cumpre seu dever eles cumprirão os deles.
Nelson Rodrigues
Esses idiotas, os quais valem citar Nelson Rodrigues, Fabio, Roberto e Julio, não sabem o grande coração que o Coronel ( como gostava de ser chamado) detinha. Episódios como os cometados, ocorreram por ocasão da época e não são passiveis de macular a sua belíssima imagem perante a sociedade, família e amigos. No mas, sou grande fâ desse homem e me espelho em sua vida e dignidade.
Não tenho dúvidas que Deus o receberá de braços abertos e o colocará em lugar de destaque em seu reino.
Um grande abraço e esteja com Deus!
Sinto não poder ter ido em seu enterro, mas deixo um forte abraço.
Foi uma pena não ter ido também para soltar fogos e abrir champanhe pra comemorar a morte desse verme.
O sujeito matou centenas de pessoas e, se Deus existir, ele ficará bem longe.
Essa e, principalmente, entrevistas mais antigas mostram o quanto esse sujeito amava o que fazia. Agora aparece alguem dizendo que as mortes foram ocasião da época! Vai logo pro inferno chupar as bolas do seu coronel e não enche o saco.