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criserDia 17 de janeiro (sábado), à partir das 9h, o professor doutor em Economia da PUC-SP, Jason Tadeu Borba, discutirá o cenário da economia mundial para 2009. O objetivo é que o debate dê subsídios para as ações futuras que deverão ser tomadas junto aos trabalhadores.

Jason é especialista em Economia Política Marxista e pesquisador atuante nas condições de emprego e reprodução da força de trabalho.

O debate será no Sindicato dos Metalúrgicos que fica na Av. Ana Costa, 55, Santos.

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Reunião na Associação dos moradores do Caldeirão no dia 14/01 (quarta) às 19h;
Reunião no CES no dia 19/01 (segunda) às 19h;
Ato na Praça Mauá no dia 22/01 (quinta) às 16h.

Contra o aumento das passagens!
Pelo bilhete único!
Pelo Passe Livre para os estudantes!

A tarifa do transporte em Santos é hoje a mais cara do Brasil!
As cidades que tem Passe Livre para os estudantes tem tarifas mais baixas que Santos!
E a qualidade? Você é bem atendido?

Você concorda em pagar R$2,40?
Chega de abusos!
Venha se manifestar. Entre no movimento!

Já tem Passe Livre em:
Rio de Janeiro, Maringá, Cuiabá,…

Die Hards Fest 2

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Dia 9 de janeiro (sexta)

RED DONS (EUA)
KETAMINA (SÃO PAULO)
BIG NITRONS (SANTOS)
SWEET SUBURBIA (SÃO PAULO)

DISCOTECAGEM SÓ COM VINYL, NAS PICAPES, FRANJA, GRINGO, IDOSO E NATHYKINGSTON!

em santos, local: ces, av ana costa 308 próximo ao extra
por 8 reais

palestina-rPaz na Palestina

O mundo está assistindo a uma das agressões mais cruéis e covardes da história recente. Vemos um povo desarmado ser massacrado pelas forças do nazismo e do fascismo incorporados na máquina de morte israelense, apoiada pelo governo dos E.U.A.

Não podemos ficar em silêncio vendo a destruição de hospitais, creches, escolas, faculdades, residências, prédios públicos e, principalmente, o assassinato de centenas de crianças vítimas de uma prática de ódio e vingança contra  os verdadeiros donos da Palestina.

Não podemos aceitar a carnificina de um povo que perdeu sua terra, suas casas, seu espaço, sua esperança, vivendo espremido entre Israel e os covardes governos Árabes aliados a política de assassinato e Coalizão Anglo-Americana Sionista. O regime israelense chega ao absurdo de estabelecer um cerco que proíbe a entrada de remédios, alimentos e água para cerca de 1,5 milhão de palestinos.

O Comitê de Apoio a Causa Palestina* denuncia o verdadeiro terrorismo de “estado” causado por Israel, e exige do governo brasileiro uma posição clara ao lado do povo árabe palestino. É nosso dever esclarecer a população acerca desses crimes que infelizmente, tem sido noticiado de forma tendenciosa em grande parte dos meios de comunicação.

Convidamos você, cidadão amante da paz, para participar da manifestação pacífica que será realizada sexta-feira, dia 09/01, ás 9h30, na Praça Mauá e participar da marcha mundial pela paz na Palestina, que mostra nosso apoio à luta desse povo sob o comando do movimento heróico do Hamas, representante eleito democraticamente pelo povo palestino.

Viva a luta do povo palestino!
Pela libertação completa e pela paz!


Comitê de Apoio ao povo Palestino

*O Comitê de Apoio ao povo Palestino é formado por: Centro Islâmico de Santos, Comunidade Árabe da Baixada Santista, Comunidade Palestina, Sociedade Islâmica de Santos e Litoral Paulista, CES – Centro dos Estudantes de Santos e Região, UJC, Movimento Fé e Política, Fórum da Cidadania, AFUSE – Subsede Baixada Santista, APEOESP – Subsede Baixada Santista, Sindicato dos Petroleiros, Sindicato dos Servidores de Santos, Sindicato dos Metalúrgicos, Sindicato dos Bancários de Santos e região, Sindicatos dos Urbanitários, Settaport, Sindilimpeza, Sindsaúde, Sinergia, Coletivo Alerta Petroleiro, Força Sindical, CNTE, CUT, Intersindical, CGTB/Santos, UGT, CTB, PCB, PCdoB, PDT, PSOL, PT e Ailança Eco-Socialista.

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DOMINGO, 4/01

10h – Oficina de Culinária Vegetariana com Coveg (Coletivo Vegetariano de Santos);
16h – Debate sobre Ditadura Militar e Transição Democrática com Rafael (USP);
20h – Reunião do Comitê Gestor da Sede do CES com os interessados em fazer festas na casa.

76519 de dezembro de 2008 fez exatos 50 anos da fundação do Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista (Sindipetro-LP). É com muita honra que o CES comemora essa historia. Uma história de luta desse que é um dos sindicatos mais importantes de todo o Brasil.

No dia 19 de dezembro de 1958 os petroleiros de Cubatão fundam a entidade que passaria a representar a categoria frente à Petrobrás, que por diversos anos funcionou com a orientação de técnicos norte-americanos.

Uma das primeiras lutas do sindicato iniciou-se em 1961, com a denúncia das condições de insalubridade e fadiga a que estavam submetidos os operadores de turno da refinaria. Segundo um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OTI), as condições de trabalho existentes nas refinarias brasileiras eram responsáveis pela redução de 10% na expectativa de vida dos empregados. A única forma de recuperar a qualidade de vida da categoria era brigar pela diminuição da jornada de turno. E isso foi conquistado com a redução do turno de oito para seis horas.

Em 1964 o golpe militar aterroriza os movimentos estudantis e as organizações sindicais por todo o País. Na Baixada Santista não foi diferente. A sede do CES foi tomada pelos militares passando a ser sede do Projeto Rondon. A categoria dos petroleiros, muito visada por pertencer a um setor de caráter estratégico na economia nacional, também é duramente reprimida. A Refinaria Presidente Bernardes (RPBC) foi ocupada por tropas do exército, e a sede do Sindipetro, invadida e saqueada pela polícia. Ao mesmo tempo, a diretoria eleita pelos trabalhadores, é substituída por um interventor. Ocorrem demissões sumárias, prisões em massa, fugas e perseguições. Um dos presos é o ex-diretor da entidade Oswaldo Ayres Fernandes.

Após anos marcados pelo medo de participar de atividades sindicais, os petroleiros finalmente retomam o sindicato. São conquistadas, entre outras vitórias, a correção do auxílio-almoço, cujo valor estava congelado desde 1968, e a incidência do 13º salário de 1/12 da PL e da gratificação de férias. No retorno à combatividade o sindicato realiza assembléia para exigir a reintegração dos companheiros cassados pelo regime.

Os anos nefastos da Era FHC vieram para novamente desafiar o poder de mobilização da categoria. As políticas neoliberais do período foram um duro golpe para os trabalhadores que lutavam contra o arrocho salarial e as reformas constitucionais impostas pelo governo tucano, entre elas a quebra do monopólio estatal.

A greve de 32 dias que os petroleiros fizeram entre maio e junho de 1995 foi a mais longa da história do sindicalismo brasileiro. Na madrugada do dia 24 de maio, o Exército ocupou as refinarias acabando com a paralização. A direção da Petrobrás demitiu 59 petroleiros, entre eles, vários dirigentes sindicais.

A história recente do sindicalismo petroleiro é marcada pelo rompimento com a Federação Única dos Petroleiros (FUP), que após a eleição do presidente Lula deixou de lado o papel de luta que sempre desempenhou. Em 2006, cinco sindipetros, incluindo o Sindipetro do Litoral Paulista, receberam o respaldo de suas bases para se desfiliar da FUP. Surge a Frente Nacional dos Petroleiros (FNP), com uma proposta de resistir a esse imobilismo e avançar na construção de uma entidade que coloque os direitos dos trabalhadores novamente no centro de todas as lutas.

Viva a luta dos trabalhadores!
Viva a aliança operária-estudantil!
Viva a aliança do Sindipetro-LP com o CES!

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Antes de se tornar secretário de governo, presidente do sindicato inaugura sede da entidade junto com o prefeito.

Antes de se tornar secretário de governo, presidente do sindicato inaugura sede da entidade junto com o prefeito.

O Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Praia Grande é mesmo uma grande piada. A relação dos seus dirigentes com os patrões é tão promíscua que seu presidente, Getúlio de Matos, se tornou secretário de gestão de pessoas do governo municipal. Esta nova secretaria foi criada para retribuí-lo pelos bons serviços contra o servidor público da cidade.

Uma chapa de oposição, chamada “Renovação e Novos Rumos”, surgiu para enfrentar essa disputa que já seria difícil devido ao aparelhismo da atual gestão e da Força Sindical (que também tem ótimas relações com o poder local, vide escândalo de desvios do BNDES*). No entanto a oposição nem teve chances de disputar nas urnas: Numa manobra golpista, a atual gestão iniciou as votações com chapa única alegando que a chapa de oposição não havia se inscrito, manobra que se repete há três gestões, e que segundo a atual chapa do sindicato, representaria uma estratégia política, natural e legítima.

Ao invés do aviso para inscrição de chapas, os servidores se deparam com as urnas, que chegaram pelas mãos do sindicato nos locais de trabalho, e sem opções de voto, pois havia chapa única, de situação.

Mesmo assim o número de votos foi irrisório, a grande maioria dos funcionários se recusou a votar e haverá nova votação no dia 29/12.

Conforme o regimento a gestão deveria publicar o edital com a devida antecedência na sede do sindicato e em jornal de grande circulação. Segundo informações da atual gestão o edital foi publicado em um jornal de São Paulo em Outubro. Este jornal seria de grande circulação, mas o mesmo deveria também ter sido publicado na sede do sindicato, porém não foi feito nem no local, nem em jornal local e nem no site da entidade.

Espera-se que o desenrolar de mais este episódio lamentável, que ofende todos os princípios de democracia e ética, possa, desta vez, ter final diferente dos anos anteriores. Que a justiça seja feita nas urnas, onde a vontade da categoria possa enfim ser cumprida de maneira transparente e decente. A oposição entrou com ação judicial e está aguardando resposta. O CES é uma das entidades que está de olho, aguardando por um resultado favorável aos interesses dos servidores de Praia Grande.

* Veja Reportagem sobre o Caso do desvio do BNDES

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