Postado em Sem categoria | Nenhum comentário »

Data: 19/07 (sábado)
Horário: 17h
Local: CES (Av. Ana Costa, 308, Santos/SP - próximo ao Extra)
Mais informações: (13) 3232-8926
Postado em Agenda, Cineclube | 1 Comentário »
“COMO FUNCIONA A SOCIEDADE - PARTE I”
CURSO BÁSICO DE ECONOMIA POLITICA
Dias 12 e 13 de julho.
UM CURSO QUE FALA DE POLÍTICA SEM FALAR DE POLÍTICA
Com uma didática irreverente, não deixando ninguém disperso ou entediado, os monitores do “13 de Maio” explicam como funciona a sociedade capitalista, como se dá a transferência de renda que deixa uns tão ricos e outros tão pobres, além de simularem o funcionamento de uma fábrica, contextualizando e explicando os elementos do capital.
1. ROTEIRO
a) A sociedade em que vivemos;
b) Riqueza e pobreza;
c) A exploração capitalista: salário, mais-valia e acumulação;
d) Estado e Ideologia.
2. ESTRUTURA
a) duração de 2 dias intensivos (8h por dia).
b) café da manhã, almoço e café da tarde inclusos.
3. PARA SE INSCREVER
Para se inscrever, é preciso confirmar a participação nos DOIS dias de curso. Não é possível fazer apenas metade, chegar de tarde ou sair cedo. A ausência de um compromete o andamento de toda a dinâmica, pois a programação é baseada no número de participantes que se organizarão em grupos nos dois dias.
4. NO DIA
O curso começa às 8h da manhã do sábado, dia 12 de julho, e vai até às 17h; depois, continua no domingo, das 8 da manhã até às 17h. Em ambos os dias, haverá pausas para café, boquinha, almoço e alongamento.
Para se inscrever ou tirar dúvidas, mande um e-mail para contatoces@gmail.com, com o assunto “QUERO FAZER O 13 DE MAIO”. Será enviada a ficha de inscrição na seqüência.
O custo para participar do curso é de r$20.
As vagas são limitadas.
Postado em Grupo de estudos | 2 Comentários »
Organizado pelos estudantes de Ciências Biológicas da UNESP São Vicente, o CFPBio pretende fomentar debates que contribuam para a criação de uma identidade e de linhas de ação para o movimento estudantil, bem como tentar compensar algumas defasagens da formação universitária.
A programação do Curso incluirá palestras, grupos de discussões e leituras de textos que buscarão trabalhar as relações sociais, econômicas e ambientais brasileiras e o processo histórico de construção das mesmas.
Com duração de uma semana, as atividades do Curso terão início dia 13 de julho e entre os temas abordados estão as relações entre ser humano e ambiente, cultura e sociedade, o papel do estado na proteção do meio ambiente, a educação e sua importância na formação e atuação dos profissionais biólogos.
Segundo a comissão organizadora apesar do pouco tempo para divulgação a expectativa é grande “Esperamos que os Centros Acadêmicos das faculdades de biologia encaminhem representantes para o Curso, de forma a completarmos as 50 vagas existentes”, afirmam.
Idealizado pela Entidade Nacional dos Estudantes de Biologia, o primeiro CFPBio ocorreu em 2006, na Universidade Federal de Viçosa, MG, e surgiu como uma necessidade de criar um espaço de formação dos estudantes, potencializando a participação destes na sociedade onde estão inseridos e despertando um pensamento coletivo.
Mais informações sobre o II CFPBio-SE podem ser obtidas pelo site cfpbio2008se.blogspot.com ou pelo e-mail cfpbio2008@gmail.com.
Postado em Agenda, Grupo de estudos, Movimento Estudantil | Nenhum comentário »
SEXTA (04/07)
Projeto Tela Crítica - “Onde você é o protagonista”
Filme: “Pão e Rosas”
Horário: 20h
Local: Sindicato dos Metalúrgicos (Av. Ana Costa, 55, Santos/SP)
Entrada: Gratuita
Saiba mais.
SÁBADO (05/07)
Die Hards Fest - “O melhor do hardcore punk oi! 77 e psychobilly”
Bandas: Big Nitrons, Busscops, Amaldiçoados e Kick Out Bastards.
Discotecagem: franja ale, scabes black e sheillinha.
Horário: 22h
Local: CES (Av. Ana Costa, 308, Santos/SP)
Entrada: homens R$ 7 e mulheres R$ 5
Saiba mais.
DOMINGO (06/07)
Vídeo-debate - “A luta contra as barragens no Vale do Ribeira”
Vídeos: Produzidos pelas próprias organizações que militam nessa frente.
Debate: Coletivo Jovem (CJ) Caiçara, Movimento dos Ameaçados por Barragens (MOAB) e Frente de Apoio ao Vale do Ribeira.
Horário: 17h
Local: CES (Av. Ana Costa, 308, Santos/SP)
Entrada: Gratuita
Saiba mais.
Postado em Agenda, Cineclube, Movimentos sociais, Sede | Nenhum comentário »
Neste domingo, às 17h, o Centro dos Estudantes de Santos (CES) realizará um vídeo-debate sobre a luta contra as barragens no Vale do Ribeira.
Serão exibidos três vídeos, produzidos pelas próprias organizações que militam nessa frente, sobre o Rio Ribeira, sobre a luta contra a construção da primeira barragem e sobre a audiência pública de Registro.
Para tocar o debate, estarão presentes militantes do Coletivo Jovem (CJ) Caiçara, do Movimento dos Ameaçados por Barragens (MOAB) e da Frente de Apoio ao Vale do Ribeira.
A atividade é gratuita. Participe! A luta do Vale do Ribeira também é dos estudantes!
Postado em Agenda, Cineclube, Movimentos sociais, Sede | Nenhum comentário »
Construção da Hidrelétrica do Tijuco Alto alteraria o único rio ainda intacto do Estado de São Paulo
A primeira barragem no último rio
“Cumé qui pode trancá um rio, se isso é coisa da natureza?” - Vicentinho (foto abaixo), 100 anos, morador do Vale do Ribeira
Localizado entre o sul do estado de São Paulo e norte do Paraná, declarado Patrimônio Natural da Humanidade em 1999, o Vale do Ribeira contém mais de 2,1 milhões de hectares de florestas - 21% dos remanescentes de Mata Atlântica de todo o País -, 150 mil hectares de restingas e 17 mil de manguezais. Toda essa riqueza ambiental subsiste porque nessa região ainda vivem diversas comunidades tradicionais (remanescentes de quilombos, caiçaras, índios e pequenos produtores rurais) e foram criadas várias Unidades de Conservação.
Uma das maiores ameaças a esse riquíssimo patrimônio socioambiental é o projeto de construção de barragens ao longo do rio Ribeira de Iguape. Estudo de inventário hidrelétrico aprovado pelo governo federal na primeira metade da década de noventa prevê a construção de quatro barragens (nomeadas Tijuco Alto, Funil, Itaoca e Batatal), com o objetivo de geração de energia e, supostamente, de contenção de cheias. No entanto, essas quatro barragens, se construídas, inundarão permanentemente uma área de aproximadamente 11 mil hectares, incluindo cavernas, Unidades de Conservação, cidades, terras de quilombos e de pequenos agricultores, além de alterar significativamente o regime hídrico do rio, o que traria prejuízos difíceis de mensurar.
As barragens estão projetadas para o Médio e Alto Ribeira, regiões com maior presença da agricultura familiar e comunidades quilombolas. Há, portanto, uma clara ameaça aos grupos menos favorecidos historicamente. As barragens ameaçam também as comunidades que dependem da pesca e do extrativismo marinho no Complexo Estuarino Lagunar de Cananéia-Iguape-Paranaguá, pois vários estudos já apresentados apontam para possíveis alterações na produtividade pesqueira dessa região com a construção das barragens.
Dentre todas as barragens projetadas, a que está em processo mais avançado de aprovação é a de Tijuco Alto. Planejada para o alto curso do Ribeira de Iguape, entre as cidades de Ribeira (SP) e Adrianópolis (PR), pretende gerar 150 MW de energia, a qual seria utilizada exclusivamente pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), empresa do Grupo Votorantim, que detém um complexo metalúrgico localizado a centenas de quilômetros da região, no município de Alumínio (SP), antigo município de Mairinque. A CBA, grande consumidora de energia elétrica, vem construindo hidrelétricas em diversos pontos do país para ampliar suas atividades e aumentar suas exportações, o que traz benefícios duvidosos ao país, na medida em que impacta a vida de muita gente para poder aumentar seus lucros.
Apesar de ainda não estar aprovada pelos órgãos competentes, o projeto de implantação da usina de Tijuco Alto já vem produzindo efeitos negativos na região há bastante tempo. Centenas de pequenos agricultores que viviam no local onde seria implantada a barragem venderam suas terras à CBA ao acreditar que o território seria inundado. Muitas famílias que viviam nestas terras, mas não eram proprietárias, foram expulsas de suas casas sem nenhum tipo de indenização, aumentando o êxodo rural na região e gerando um grande passivo social para a empresa.
A LUTA
Em função de todos esses impactos, formou-se na região o Movimento dos Ameçados por Barragens (MOAB), composto principalmente pelas comunidades quilombolas que seriam afetadas. A essa luta se juntaram outras tantas organizações sociais que atuam na região e que se opõem a esse modelo de desenvolvimento socialmente excludente e ambientalmente insustentável. Assim, a igreja católica, sindicatos de trabalhadores rurais e organizações não-governamentais se associaram ao MOAB para se opor à construção das barragens.
A população do Vale Ribeira resiste, há cerca de 20 anos, contra a construção da Usina Hidroelétrica de Tijuco Alto no Rio Ribeira de Iguape. Este rio nasce no Estado do Paraná e desemboca no estado de São Paulo. Recentemente, o IBAMA divulgou um parecer técnico favoravel ao empreendimento, o que indignou os moradores do Vale representados pelos seus movimentos sociais que vêem no Ribeira muito mais do que um simples rio ou uma fonte inesgotável de recursos, mas sim equilibrio ambiental e uma identidade cultural para a região. Além disto, suas populações riberinhas, quilombolas, indígenas e caiçaras têm outra visão e outra pratica de desenvolvimento, que não é aquele a qualquer custo, mas aquele em direção a sustentabilidade ecológica.
O VALE DO RIBEIRA
Localizado entre as regiões sul do Estado de São Paulo e norte do Estado do Paraná, o Vale do Ribeira destaca-se pelo alto grau de preservação de suas matas e por sua grande diversidade ecológica. Seus mais de 2,1 milhões de hectares de florestas equivalem a aproximadamente 21% dos remanescentes de Mata Atlântica existentes no Brasil, transformando-o na maior área contínua desse ecossistema em todo o país. Nesse conjunto de áreas preservadas são encontradas não apenas florestas, mas importantes remanescentes de restingas e de manguezais.
Em 1999, a Reserva de Mata Atlântica do Sudeste, constituída por 17 municípios do Vale do Ribeira, tornou-se uma das seis áreas brasileiras que passaram a ser consideradas pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura) como Patrimônio Natural da Humanidade. Em 24 Unidades de Conservação (UCs) integral ou parcialmente inseridas no vale encontram-se espécies raras tal como o cedro, o palmito, a canela, a araucária e a caxeta, além de diversidade de bromélias e orquídeas.
Levantamentos preliminares realizados em algumas dessas UCs encontraram dezenas de espécies ameaçadas de extinção. Entre elas o monocarvoeiro, a onça-pintada, a jaguatirica, o veado campeiro, a jacutinga, o jacaré-de-papo-amarelo e o papagaio-de-cara-roxa, além de 42 espécies endêmicas como o beija-flor rajado, o boto cinza, o zabelê e o mico-leão-da-cara-preta.
Uma característica da região é que as áreas preservadas não se encontram só nos parques e estações ecológicas, mas também em terras indígenas, quilombolas e nos bairros rurais, onde predomina a pequena agricultura de subsistência.
Também, no Vale do Ribeira se concentra um dos maiores complexos de cavernas do Brasil, representado por 273 cavidades naturais até hoje cadastradas pela Sociedade Brasileira de Espeleologia e outras tantas ainda não descobertas. Boa parte do grande fluxo de turismo nos municípios de Iporanga e Apiaí se deve a existência de 257 cavernas, gerando importante fonte de renda para a população local. Seu patrimônio arqueológico é também bastante significativo. Ali se encontra a maior quantidade de sítios tombados do estado de São Paulo - 158 no total - que atraem turistas e pesquisadores. Entre esses locais, destacam-se 75 sítios líticos (de pedra), 82 sítios cerâmicos, 12 sambaquis, 12 em abrigos/grutas e 3 cemitérios indígenas.
Pesquisas arqueológicas indicam vestígios de agrupamentos humanos que teriam se estabelecido na região há 12 mil anos.
>> texto-mistureba de muitos outros textos (ISA, Terra Sim Barragem Não, Gazeta do Povo, Jornal O Globo, Brasil de Fato e coisas da nossa cabeça)
Postado em Movimentos sociais | 1 Comentário »
“Tela Crítica - Onde você é o protagonista” foi o nome dado ao projeto de exibição de filmes promovido pelos grupos: Comitê Pró-Reforma Agrária da BS, Associação Terceira Visão de Santos, Sindicatos dos Metalúrgicos da BS e Sindicato dos Servidores Municipais de Santos. A idéia do projeto é exibir filmes que fazem refletir e que gerem debates.
As duas primeiras exibições já foram marcadas. Serão feitas nos dias 4 e 18 de julho (sextas) às 20h no Sindicato dos Metalúrgicos (Av. Ana Costa, 55, Santos/SP). No primeiro dia será exibido o filme“Pão e Rosas”, de 2000, do diretor Ken Loach. O filme conta a história de duas irmãs mexicanas que trabalham nos EUA e passam a ser influenciadas por um ativista local, que luta por melhores condições de trabalho.
Já no dia 18 será exibido o filme nacional “Garotas do ABC”, de 2004, do diretor Carlos Reichenbach. O filme gira em torno da personagem Aurélia, uma jovem tecelã que trabalha em uma indústria têxtil e namora um fascista.
Entrada Franca.
Postado em Agenda, Cineclube, Movimentos sociais | 2 Comentários »
Amanhã, os petroleiros do país inteiro entrarão em greve. A briga é conhecida: eles estão exigindo mais justiça na Participação dos Lucros e Resultados (PLR) da empresa. A Petrobrás insiste em uma proposta de rebaixamento sem justificativas reais, mesmo com todo seu crescimento.
A PLR E OS LUCROS DA PETROBRÁS
A PLR é uma conquista histórica que poucos trabalhadores brasileiros têm. É uma espécie de “divisão” do lucro líquido da empresa entre todos os que trabalham lá. Bem, nem todos recebem – e nem todos os que recebem, recebem igualmente. Este ano, a Petrobrás reduziu ainda mais o valor da PLR dos trabalhadores.
Uma das justificativas da empresa para a redução da PLR é de que, em 2006, houve queda no lucro líquido do Sistema Petrobrás. De fato, entre 2006 e 2007, houve redução dos lucros em cerca de 15%. No entanto, ao mesmo tempo em que a Petrobrás propôs reduzir em mais de 30% a PLR dos trabalhadores – os verdadeiros artífices de toda a produção e lucro da empresa -, ela reduziu em apenas 0,5% os dividendos repartidos entre os acionistas.
Em 2007, a empresa alcançou cerca de R$ 22 bilhões de lucro líquido. Apesar de oscilações nos balanços anuais, valores como esse fazem parte de um ascenso que já dura 10 anos na Petrobrás: de 1997 até aqui, segundo estudos do DIEESE, os lucros da Petrobrás aumentaram 164%. Isso significa que a Petrobrás pode absorver a queda dos lucros sem derrubar a PLR.
A GREVE NO LITORAL
Os petroleiros do Litoral Paulista definiram na última assembléia que farão greve de 24 horas amanhã, 1° de julho, em todas as bases. A exigência é uma PLR justa. A empresa, na segunda rodada de negociação ocorrida no último dia 18, no Rio de Janeiro, negou-se a atender as reivindicações da Frente Nacional dos Petroleiros (FNP) de oferecer os 25% previstos em lei. Ao contrário, manteve sua proposta de redução de 30% da PLR e, ainda, deixou claro que não quer mais continuar negociando.
A indignação dos trabalhadores converteu-se na decisão de paralisar. Mesmo com todo crescimento, a Petrobrás insiste em não recompensar os petroleiros, principais artífices de tantos avanços. Parece que, apenas acionistas, executivos e diretores são dignos de ganhar altos salários e, em alguns casos, enriquecerem com gigantescos montantes de PLR.
Os petroleiros dizem não! No sistema capitalista, esse nosso modelo social que promove tantas desigualdades, a única coisa que o trabalhador possui é sua força de trabalho e a consciência de que, sem luta, uma vida melhor não é possível.
A NOSSA PARTICIPAÇÃO
O Centro dos Estudantes de Santos é solidário à luta dos petroleiros e participará da greve amanhã. Convocamos todos que se sentirem solidarizados a ajudar nos piquetes, a partir das 15 pras sete da manhã, em dois endereços:
EDISA 1 (prédio administrativo da Petrobrás)
Rua Dom Pedro II (entre a General Câmara e a João Pessoa, próximo à prefeitura, no centro da cidade, Santos)
EDISA 2
Rua Conselheiro Nébias, 159 (Centro Empresarial Strong, Vila Nova, Santos)
Postado em Movimentos sociais | Nenhum comentário »
(texto sobre a crise do Conselho no prelo.)
RAPIDAMENTE
Hoje, às 14h, acontecerá uma Audiência Judicial de conciliação do Conselho Municipal de Saúde (CMS) de Santos. Pra quem não sabe, o Conselho tá uma esbórnia. O processo de conferência, eleição e gestão atual do CMS teve uma série de irregularidades. Essas irregularidades foram reconhecidas agora pela Justiça, e um grupo de oposição dentro do Conselho (composto pelos estudantes, servidores públicos etc) está se organizando pra garantir que uma nova conferência seja chamada decentemente, sem a putaria das tentativas anteriores.
Nós, estudantes, devemos ir em peso pra essa audiência! Isso tudo porque quem começou com as denúncias fomos justamente nós, embora a maioria de nós não saibamos disso.
Quem puder, vá hoje às 13h30 na Praça Barão do Rio Branco, no centro da cidade, no prédio do Ministério Público Federal, pra fazer volume contra a prefeitura aparelhista!
Postado em Movimentos sociais | Nenhum comentário »


